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Vida a Dois


O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece.
Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal;
Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade;
Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
I Coríntios 13:4-7

Os casais precisam se acostumar a praticar a “medida preventiva” em seus casamentos, isto é, eles devem construir um relacionamento á prova de infidelidade, que sustente o romance e aumente a intimidade à camaradagem ao longo dos anos.

Há uma ilustração que se adapta perfeitamente a essa prática preventiva. Eu a chamo de “Banco do Amor”, que foi “bolada” por Willard F. Harley Jr. Todos nós temos contas no Banco do Amo. As pessoas fazem depósitos ou retiradas, dependendo do tipo de relacionamento.que possuam. Bons relacionamentos resultam em depósitos, mas os maus em retirada. Os depósitos são feitos em moeda especial: Uas (Unidade de Amor) Quando o relacionamento passa por alterações de épocas da vida, dificuldades, conflitos, crises e desavenças, ocorrem saques de Uas nas contas do casal e dos filhos.

Infelizmente, há muitos casais que possuem relacionamentos desgastados, sofridos e suas contas estão no negativo. O gerente do banco desta ilustração é o próprio Deus. E Ele é contra fechar contas! Ele está empenhado, como todo gerente, a que tenha mais depósitos do que retiradas. Um relacionamento precisa de investimento constante, de sucessivos depósitos.
No ambiente familiar eles são absolutamente essenciais. Se o marido “pisar na bola” com a esposa e reconhecer seu erro, deve ser pedir perdão a ela, e vice-versa. Se, acompanhando o pedido de perdão vier um “agrado” adicional, como um ramalhete de flores ou uma sobremesa especial no jantar, isso resultará em depósitos de muitos ‘Uas’ em cada conta.

Entre pais e filhos, conversas abertas, sinceras, pedidos de conselhos, de orientação e de perdão – quando for necessário – também possibilitam depósitos. A frase “Eu amo Você” dita sincera e freqüentemente, afofa o terreno do relacionamento e predispõe o aprofundamento das raízes. Texto tirado do livro: Devocional para Casais(Jaime e Judith Kemp)

Pense Nisso...


• Quando foi a última vez que você fez um depósito de “Uas” no Banco do Amor?

• Como está seu relacionamento com sua esposa, marido e filhos?

• E entre os irmãos?

• Será que sua família não existe algum “depósito urgente” a ser feito?


Não deixe suas contas no negativo. Você vai se sentir muito melhor tendo saldos positivos.
Lembre-se, o “Gerente” aguarda por seus depósitos!!!



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